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Jogos de Azeméis

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Quando um conjunto de escolas decide competir ao mesmo tempo, o resultado só pode ser uma coisa: muito barulho e muita energia.

Os Jogos de Azeméis receberam mais uma vez, e após uns anos de paragem, uma verdadeira invasão organizada e com uma mochila nova. Todas as turmas da Escola marcaram presença, numa demonstração coletiva de que por aqui o desporto não é coisa de alguns: é coisa de todos. Mesmo daqueles que ainda estão a descobrir a diferença entre a baliza e o campo adversário! Não faltou ninguém. Das turmas mais pequenas, 1.º ano, às mais experientes, 4.ºano, os alunos calçaram as sapatilhas, ajustaram as meias (algumas mais torcidas do que outras) e partiram decididos a dar o seu melhor numa viagem curta de autocarro. O espírito era simples: participar, competir e, acima de tudo, não ficar na Escola, pois os dias eram de muito sol e calor.

Nada disto seria possível sem haver quem abra as portas. Um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis pela organização dos Jogos e por continuar a apostar neste tipo de iniciativas que colocam os alunos onde devem estar: a correr, a saltar, a lançar e a aprender que perder também faz parte do jogo. Uma Câmara que investe nas crianças está a construir algo muito maior do que um evento desportivo, está a contribuir para a educação.

No final do dia, com os joelhos sujos, as garrafas de água vazias e o cansaço estampado na cara, havia algo que não faltava: o sorriso. Esse que só aparece quando se fez algo a valer, em conjunto, com os colegas do lado.

Até aos próximos Jogos, que já mal se vê a hora!

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Viagem no tempo com direito a cheiro a pimenta e ondas no chão!

 viagemtempo

Houve vento no rosto, mapa na mão e brilho nos olhos! No passado dia 06 de maio, todos os alunos do 1.º ciclo da Escola da Ponte se tornaram aventureiros por um dia e rumaram ao World of Discoveries, no Porto, um museu interativo que parece mesmo uma cápsula do tempo.

Mal entraram, os alunos sentiram-se dentro de uma caravela. Entre bússolas, especiarias e histórias de navegadores corajosos, os alunos viajaram até África, Índia e Brasil sem sair do Porto. "Parecia que estávamos mesmo no tempo dos reis e dos descobridores!", contou um aluno do 4.º ano, ainda com o brilho da aventura no olhar.

Para além da diversão, houve muitas aprendizagens: os nossos pequenos exploradores perceberam como eram as viagens antigas, o que os navegadores levavam nos porões e como Portugal foi importante para ligar o mundo.

E o melhor de tudo? Todos os alunos do 1.º ciclo participaram, ninguém ficou de fora, nesta viagem inesquecível. Porque na Escola da Ponte, aprender é sair à Aventura… com os pés bem assentes na História.

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Pontes que Educam: Quando as Famílias Invadem (Bem-Vindas!) a Sala de Aula

 Pontes que Educam Carla Terra

Porque educar uma criança é, de facto, trabalho para mais do que uma professora e os pais já perceberam isso.
O ano letivo tem corrido a bom ritmo na turma 3 Ponte, mas não sem algumas visitas surpresa, histórias de outros tempos e uma ou outra receita médica pedagógica, claro.
No âmbito do projeto "Pontes que Educam, Família e Escola", a turma tem recebido ao longo do ano a visita de pais e encarregados de educação dispostos a partilhar, ensinar e, confessemos, a relembrar que um dia também foram crianças com provas dadas.

“Era uma vez… um pai que abriu um livro”
Tudo começou de forma ternurenta: pais e mães sentaram-se (literalmente) no lugar dos filhos para ler histórias da sua própria infância. Livros amarelados e de capas gastas encheram a sala de cumplicidade. Afinal, descobrir que o pai ou a mãe também teve um livro favorito é quase tão surpreendente como perceber que ele ou ela um dia foi criança.

Dr. Pai e Dra. Mãe entram em cena
Não ficámos pela literatura. Com a turma a trabalhar conteúdos programáticos na área da saúde, quem melhor para dar uma ajuda do que os pais da área da medicina? Dito e feito: com toda a naturalidade e o entusiasmo próprio de quem finalmente pode falar do trabalho sem ser ao jantar, estes encarregados de educação vieram à turma abordar temas de saúde de forma acessível, divertida e adequada à faixa etária.
Os alunos ouviram com atenção. Os colegas fizeram perguntas. E sim, houve quem quisesse saber "se é verdade que comer açúcar parte os dentes todos" ao que os nossos ilustres convidados responderam com toda a diplomacia clínica possível.

A receita? Inscrição em programas educativos
Mas estes pais não vieram só falar, vieram também com propostas concretas. Por sugestão dos encarregados de educação da área da medicina, a turma foi inscrita em programas educativos especializados na área da saúde, ampliando o que se aprende dentro da sala de aula para experiências mais ricas e estruturadas, a saber “ Sorrisos saudáveis, futuros brilhantes”, programa da Colgate e Programa “Fast Heroes”.
Porque quando os pais sugerem, a Escola ouve. E quando a sugestão é boa, a Escola age depressa.

A ponte está de pé (e bem construída)
O balanço é claro: a parceria entre Famílias e Escola tem sido uma das mais-valias do ano. Cada visita, cada história partilhada, cada conteúdo trabalhado em conjunto reforça a ideia de que a educação não começa nem acaba à porta da sala de aula.
E se há "ponte" que vale a pena atravessar todos os dias é esta.
A turma agradece. Os professores agradecem. E os pais… já estão a pensar no que trazer a seguir.

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Escola da Ponte revive tradições no Mercado à Moda Antiga

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Nos dias 16 e 17 de maio, a Escola da Ponte marcou presença em mais uma edição do Mercado à Moda Antiga, um dos eventos mais emblemáticos da cidade, que neste ano teve como tema central A Educação.
Esta participação resultou de uma dinâmica de grande envolvimento e colaboração entre toda a comunidade educativa, contando com o empenho dos professores, a participação ativa da Associação de Pais e o entusiasmo dos alunos, que contribuíram para tornar este momento ainda mais especial.
A tradicional Tasquinha da Escola da Ponte voltou a ser um dos pontos de paragem obrigatória para os muitos visitantes do evento. As iguarias e delícias gastronómicas conquistaram quem por lá passou, atraindo um grande número de pessoas, entre as quais muitos visitantes habituais que, ano após ano, regressam para reviver sabores e tradições já bem conhecidos.
Mais do que um espaço de degustação, a Tasquinha procurou recriar o ambiente, os costumes e as tradições gastronómicas de outros tempos, proporcionando momentos de convívio, partilha e valorização do património cultural.
A participação neste evento constituiu mais uma oportunidade para fortalecer laços entre Escola e Comunidade, promovendo a participação ativa e preservando tradições que fazem parte da identidade local.
Os professores responsáveis pela dinamização da atividade manifestam, ainda, um especial agradecimento a todos aqueles que, de diferentes formas, prestaram a sua colaboração, apoio e ajuda na concretização desta iniciativa. O contributo e a dedicação de cada um foram fundamentais para o sucesso desta participação, demonstrando, uma
vez mais, a força do espírito de entreajuda e cooperação da comunidade educativa. 

As docentes da Escola da Ponte

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