Agrupamento

Os Detetives da Comida invadiram a escola!

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Dia Mundial da Alimentação: a Escola da Ponte não deixou nada por descobrir (nem por provar!)
No passado dia 16 de outubro, acordámos com um cheirinho diferente: era o Dia Mundial da Alimentação! A nossa Escola vestiu o avental imaginário, afiou o nariz, a língua e as mãos e partiu para quatro aventuras deliciosas.
Em Busca dos Alimentos Perdidos
Tudo começou com uma missão ultrassecreta: alguns alimentos tinham-se perdido pela escola! Armados de lupas (e de muita imaginação), os nossos pequenos exploradores espreitaram debaixo de mesas, atrás de cadeiras, nos baloiços, no trampolim e até dentro de caixas misteriosas. O entusiasmo era tanto que se ouviam gritos de “Encontrei uma cenoura!” e “Eu achei uma maçã!” por todos os cantos. Houve quem jurasse que a pera se tinha escondido de propósito! Missão cumprida: todos os alimentos regressaram a casa… ou melhor, à pirâmide alimentar!
Prova Cega dos Alimentos
Venda nos olhos, nariz em alerta e boca pronta para a ação! Foi a vez de adivinhar o que estávamos a provar sem espreitar. Houve caretas, risinhos e opiniões muito sérias. “Isto é… é… uma bola de pelo?”, arriscou um aluno perante uma uva. Outro garantiu, com ar de especialista, que a laranja era “um sol pequenino”. Os resultados foram surpreendentes e as gargalhadas… garantidas!
O Desafio das Mãos Curiosas
Quem disse que só se conhece um alimento com os olhos? Com as mãos metidas em caixas misteriosas, os alunos tiveram de adivinhar o que lá estava só pelo tato. Entre “é mole!”, “é peludo!” e “é viscoso!”, houve quem tirasse a mão da caixa a correr. No final, os dedos mais corajosos foram aplaudidos de pé!
A Arte à Mesa
Para fechar com chave de ouro, chegou a hora de transformar a comida em obras de arte! Rodelas de pepino viraram olhos, tomates cereja viraram narizes e as cenouras tornaram-se cabelos armados. Surgiram pratos com caras sorridentes, animais coloridos e até um “monstro vegetariano” que, segundo o seu criador, “só come brócolos e é muito simpático”. Ficou tudo tão bonito que quase dava pena comer… quase!
E a conclusão é…
Aprendemos que comer bem é uma aventura divertida, que os alimentos saudáveis têm muitos segredos para descobrir e que, afinal, até os legumes sabem fazer amigos!
Fica a promessa da Escola: comer de tudo, desperdiçar nada e rir sempre muito!

Texto elaborado por alunos da escola, com muito apetite e boa disposição!

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Alunos do Ensino Profissional do AE Ferreira de Castro em Visita de Estudo à FENGE 2026

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No âmbito da promoção de aprendizagens significativas e do contacto direto com o meio empresarial e o ensino superior, os alunos do 12.º ano dos Cursos Profissionais de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (TGPSI) e de Programação e Informática (PI) participaram numa visita de estudo à FENGE – Feira de Engenharia do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC).

A receção aos nossos estudantes teve um significado especial: fomos acolhidos por Rúben Correia, coordenador da FENGE (a maior feira de engenharia do país organizada por estudantes do ensino superior) e antigo aluno do Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro, onde também concluiu o curso profissional TGPSI. O seu percurso inspira e demonstra a excelência e o impacto da formação profissional como rampa de lançamento para o sucesso académico e profissional.

Manhã: Da Teoria à Prática e Contacto com a Indústria

A jornada começou no auditório com a palestra "Do Código ao Produto: O Papel dos Sistemas Embedded", dinamizada por João Sá (Embedded Software Engineer na Bosch). A sessão proporcionou aos alunos uma visão clara e prática de como os conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula se aplicam no desenvolvimento de soluções tecnológicas reais do mercado.

Tarde: Oportunidades e Prosseguimento de Estudos

Durante a tarde, no Departamento de Engenharia Informática e de Sistemas (DEIS), os alunos reuniram com o Coordenador dos cursos de Licenciatura e Mestrado, Carlos Pereira, que deu a conhecer as oportunidades de prosseguimento de estudos, perfis de saída e percursos de continuidade no ensino superior para os diplomados do ensino profissional.

Esta iniciativa foi coordenada pelo professor Edgar Borges, em colaboração com as professoras Isabel Louro e Margarida Cruz, reforçando o compromisso do nosso Agrupamento com a orientação vocacional e a qualidade das experiências educativas proporcionadas aos alunos.

Nota de alinhamento EQAVET: Esta atividade contribui para a consolidação de competências técnicas, aproximação dos formandos ao tecido empresarial e facilitação da transição para a vida ativa e para o ensino superior.

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Feirinha de outono na EB1/JI de Lações

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No dia 14 de outubro, a EB1/JI de Lações promoveu a sua Feirinha de Outono, uma iniciativa que proporcionou um momento de convívio, partilha e envolvimento de toda a comunidade educativa.
A atividade permitiu celebrar a chegada do outono, valorizando os produtos da época, as tradições e o espírito de colaboração entre a Escola, as famílias e a comunidade local.
O sucesso desta iniciativa resultou do empenho e da generosidade de todos os que contribuíram para a sua concretização, através da colaboração, da disponibilização de produtos e do apoio prestado à organização do evento.
A Escola agradece, reconhecidamente, à Associação de Pais, a todos os alunos, famílias, docentes, assistentes operacionais e restantes elementos da comunidade que tornaram possível esta atividade, reforçando os laços de proximidade e cooperação que tanto enriquecem a vida escolar.
A todos, o nosso sincero agradecimento por contribuírem para uma Escola mais participativa, solidária e próxima da comunidade!

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Conferência pelo Professor Carlos Costa Gomes - ”QUEM ESTÁ A PENSAR POR TI? IA, redes sociais e a Caverna Digital”

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No dia 8 de outubro, os alunos das turmas do 12.º A, B, D, E e F participaram na conferência ”QUEM ESTÁ A PENSAR POR TI? IA, redes sociais e a Caverna Digital”. A iniciativa decorreu no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, contando com o acompanhamento de vários docentes.
O evento foi dinamizado pelo Prof. Carlos Costa Gomes, docente de Bioética em várias instituições de ensino superior, como a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa.
Utilizando a Alegoria da Caverna de Platão como metáfora para os ambientes tecnológicos atuais, onde os algoritmos e a Inteligência Artificial (IA) selecionam conteúdos e medeiam a experiência humana, o palestrante fez, ao longo de 90 minutos, uma análise crítica sobre como as redes sociais e o mundo digital afetam a perceção da realidade, da verdade e da nossa autonomia.
Por outro lado, baseado nos seus estudos no âmbito da bioética, nos quais articula as dimensões personalista, utilitarista, deontologista, principialista e das virtudes, defendeu que a pessoa é o fundamento da decisão e a tecnologia deve ser apenas um instrumento ao seu serviço.
Para além disso, alertou para a importância de manter a dignidade do trabalho no futuro, salientando o risco de uma possível “desconfiguração do humano” quando os sistemas filtram escolhas e organizam a atenção, tendo sublinhado a necessidade de preservar a consciência, a liberdade e a avaliação moral dos nossos atos, aspetos inerentes à nossa condição de seres humanos.
Fortemente aplaudido, o Professor Carlos Costa Gomes interagiu sistematicamente com a assistência, salientando que o grande desafio educativo atual não é apenas ensinar a usar a IA, mas a desenvolver uma literacia crítica e ética. Segundo ele, o objetivo será garantir que todos nós, e em especial os jovens na qualidade de futuros adultos, utilizemos as ferramentas digitais sem delegar nelas a nossa própria capacidade de pensar.
O orador encerrou a conferência colocando a assistência perante a intrigante interrogação: “Se o Chat responde por ti, quem está a pensar?”

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