Selo Escola Saudável | AEFCastro

Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro
UMA ESCOLA PARA O MUNDO
Assunto: Constrangimentos no funcionamento de serviços da Escola
Por motivo de GREVE GERAL, hoje, dia 03 de junho, a Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro encontra-se a funcionar com constrangimentos em alguns serviços.
Não há serviço de bufete.
Os encarregados de educação devem manter-se especialmente atentos às comunicações da Escola ao longo do dia.
As atividades de Desporto Escolar poderão não funcionar por greve do professor. Os alunos serão informados e não poderão permanecer na escola da parte da tarde a não ser que usufruam do serviço de ATL.
Relativamente aos restantes estabelecimentos de ensino do Agrupamento, os Encarregados de Educação devem aguardar as orientações no local.
A diretora
Elisabete Tavares
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Com um olhar focado no amanhã, dispomos de um conjunto de percursos de excelência orientados para o sucesso académico, pessoal e profissional de todos os alunos.
O grande motor de inovação deste ano é a modernização radical dos nossos laboratórios através do Centro Tecnológico Especializado (CTE) de Informática. Preparámos espaços dotados de tecnologia de ponta para garantir uma aprendizagem prática e altamente imersiva:
🎮 Salas Gaming & Realidade Aumentada
🛡️ Laboratórios de Cibersegurança
🌐 Infraestrutura com Rede 5G e Data Center próprio
🤖 Robôs e sistemas autónomos

No âmbito do programa Erasmus+ VET, os professores Edgar Borges e António Paiva realizaram recentemente uma mobilidade transnacional na histórica cidade de Split, na Croácia. Esta deslocação teve um duplo impacto estratégico para a comunidade educativa do Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro: a partilha de boas práticas pedagógicas e tecnológicas através do job shadowing (observação no posto de trabalho) e o acompanhamento presencial dos alunos do Agrupamento que se encontram a estagiar em empresas locais.
Durante a estadia em Split, os dois docentes integraram uma experiência de job shadowing, que permitiu uma imersão direta nas metodologias de ensino e de trabalho de instituições parceiras croatas. Esta vertente da mobilidade focou-se na troca de experiências e na aquisição de novos conhecimentos técnicos e organizacionais.
"Esta oportunidade de observar dinâmicas de trabalho diferentes e de debater estratégias pedagógicas com colegas europeus foi extremamente enriquecedora. Trazemos na bagagem novas ideias que, sem dúvida, irão valorizar as práticas letivas em sala de aula e enriquecer o currículo dos cursos profissionais do Agrupamento", destacaram os professores.
Além da componente de formação própria, a comitiva dedicou-se ao acompanhamento presencial dos alunos do Agrupamento em FCT (Formação em Contexto de Trabalho) em Split. Através de visitas diretas às empresas de acolhimento, os professores reuniram-se com os tutores locais e com os jovens nos seus postos de trabalho, garantindo um apoio de proximidade nesta etapa internacional.

Estas visitas serviram para aferir o nível de integração dos jovens no mercado de trabalho internacional, validar o cumprimento dos planos de estágio e estreitar laços com as entidades empregadoras croatas. O balanço foi amplamente positivo, tendo os tutores das empresas elogiado o profissionalismo, a capacidade de adaptação e as competências técnicas demonstradas pelos alunos do AEFC.
Esta dupla vertente da viagem sublinha o compromisso contínuo do Agrupamento com a internacionalização e com o sucesso do Ensino Profissional. Ao promover a capacitação do seu corpo docente e ao garantir um acompanhamento rigoroso e de proximidade aos seus alunos além-fronteiras, o Agrupamento reforça a qualidade da formação que oferece, preparando cidadãos e profissionais aptos para os desafios do mercado de trabalho global.
A partilha detalhada desta experiência e o registo fotográfico dos momentos marcantes da viagem podem ser consultados e acompanhados por toda a comunidade através do painel digital da iniciativa no Padlet do Projeto.

Quando um conjunto de escolas decide competir ao mesmo tempo, o resultado só pode ser uma coisa: muito barulho e muita energia.
Os Jogos de Azeméis receberam mais uma vez, e após uns anos de paragem, uma verdadeira invasão organizada e com uma mochila nova. Todas as turmas da Escola marcaram presença, numa demonstração coletiva de que por aqui o desporto não é coisa de alguns: é coisa de todos. Mesmo daqueles que ainda estão a descobrir a diferença entre a baliza e o campo adversário! Não faltou ninguém. Das turmas mais pequenas, 1.º ano, às mais experientes, 4.ºano, os alunos calçaram as sapatilhas, ajustaram as meias (algumas mais torcidas do que outras) e partiram decididos a dar o seu melhor numa viagem curta de autocarro. O espírito era simples: participar, competir e, acima de tudo, não ficar na Escola, pois os dias eram de muito sol e calor.
Nada disto seria possível sem haver quem abra as portas. Um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis pela organização dos Jogos e por continuar a apostar neste tipo de iniciativas que colocam os alunos onde devem estar: a correr, a saltar, a lançar e a aprender que perder também faz parte do jogo. Uma Câmara que investe nas crianças está a construir algo muito maior do que um evento desportivo, está a contribuir para a educação.
No final do dia, com os joelhos sujos, as garrafas de água vazias e o cansaço estampado na cara, havia algo que não faltava: o sorriso. Esse que só aparece quando se fez algo a valer, em conjunto, com os colegas do lado.
Até aos próximos Jogos, que já mal se vê a hora!

Houve vento no rosto, mapa na mão e brilho nos olhos! No passado dia 06 de maio, todos os alunos do 1.º ciclo da Escola da Ponte se tornaram aventureiros por um dia e rumaram ao World of Discoveries, no Porto, um museu interativo que parece mesmo uma cápsula do tempo.
Mal entraram, os alunos sentiram-se dentro de uma caravela. Entre bússolas, especiarias e histórias de navegadores corajosos, os alunos viajaram até África, Índia e Brasil sem sair do Porto. "Parecia que estávamos mesmo no tempo dos reis e dos descobridores!", contou um aluno do 4.º ano, ainda com o brilho da aventura no olhar.
Para além da diversão, houve muitas aprendizagens: os nossos pequenos exploradores perceberam como eram as viagens antigas, o que os navegadores levavam nos porões e como Portugal foi importante para ligar o mundo.
E o melhor de tudo? Todos os alunos do 1.º ciclo participaram, ninguém ficou de fora, nesta viagem inesquecível. Porque na Escola da Ponte, aprender é sair à Aventura… com os pés bem assentes na História.