Corta Mato Entre Douro e Vouga: Vale de Cambra |16 de janeiro

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Esta edição do Corta-Mato não foi para qualquer um. Foi para aqueles que, apesar do frio, da chuva e da lama, aceitaram o desafio de correr pela SUA ESCOLA.
Estes alunos, que “aqueceram” e se colocaram na linha de partida sob um temporal persistente, vestindo com orgulho a camisola da FERREIRA DE CASTRO, merecem o nosso reconhecimento. Destacaram-se pela sua capacidade atlética, pela coragem demonstrada e pela boa disposição com que se mantiveram focados no que realmente importa: correram por si, mas sobretudo por todos nós, permitindo que fosse escrita mais uma página brilhante na representação da NOSSA Escola.
Poderíamos acrescentar que "uma vez mais, a equipa de juvenis femininos se sagrou campeã do Entre Douro e Vouga e garantiu a presença no Campeonato Nacional, no Algarve, nos dias 27 e 28 de fevereiro, com uma atleta a alcançar o segundo lugar, confirmando a sua excecional preparação física e mental. Poderíamos ainda referir que os infantis B, masculinos e femininos, alcançaram coletivamente o segundo lugar, deixando antever muitas conquistas futuras.”

Mas preferimos dizer apenas: OBRIGADO a estes alunos que, neste dia, tão bem nos representaram!



"Cantar os Reis" - JI do Cruzeiro

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Fomos "Cantar os Reis" pelas ruas de Santiago e terminámos no Lar onde os idosos também nos cantaram algumas canções da sua infância! Estes encontros, que envolvem a interação entre pessoas de diferentes idades, oferecem oportunidades únicas para troca de conhecimentos, valores e experiências! A iniciativa promoveu o contacto com as tradições populares e proporcionou momentos de partilha entre crianças, educadores e a comunidade local.

Projeto eTwinning na sala 2 do JI de Outeiro: PEDAÇOS DE NÓS: “Cada pedaço importa, juntos brilhamos!”

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“Pieces of Us” é um projeto artístico colaborativo criado para que crianças em idade pré-escolar explorem a criatividade, a cooperação e a sustentabilidade, por meio da arte.
O projeto teve início no mês de novembro de 2025 e terminará no mês de março de 2026.
Mensalmente, crianças de diferentes países criam obras de arte coletivas utilizando principalmente materiais recicláveis/reciclados ou naturais. O projeto visa desenvolver as habilidades sociais e artísticas das crianças, ao mesmo tempo que as ajuda a compreender a importância da proteção ambiental e a valorizar cada contribuição.
Além disso, promove o intercâmbio cultural e a união na diversidade; fomenta a sustentabilidade e hábitos ecológicos; ajuda as crianças a compreenderem o valor da reutilização, da redução do desperdício e do cuidado com o meio ambiente e incute a inclusão e a empatia.
Este projeto artístico conta com 30 membros de 10 países: Portugal (7), Espanha (6), Turquia (5), Polónia (3), Roménia (2), Grécia (2), Macedónia do Norte (2), Geórgia (1), Lituânia (1) e Itália (1).

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Eleições para o Conselho Geral | representantes do pessoal docente, não docente e alunos

Processo eleitoral para os representantes do pessoal docente, não docente  e dos alunos ao Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro – 2025/2029

PROCEDIMENTO ELEITORAL  - DIA DE 21 DE JANEIRO - SALA 1

LISTAS CANDIDATAS PARA REPRESENTANTES DOS ALUNOS, DO PESSOAL DOCENTE E NÃO DOCENTE ==> [aqui]

 Consultar:


 

Cantar dos Reis - EB1/JI de Lações

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Nos dias 6 e 7 de janeiro, os alunos da Escola de Lações acompanhados por professores e funcionários, percorreram os arredores da Escola para cantar os Reis, mantendo viva esta tradição tão especial.
Apesar do frio e de algumas ameaças de chuva, a atividade decorreu com grande entusiasmo e espírito de partilha. As vozes dos alunos levaram alegria à comunidade envolvente, reforçando valores como a convivência, a cultura e o sentido de pertença.
Esta iniciativa proporcionou momentos de aprendizagem e convívio, assinalando o início do novo ano de forma significativa e alegre.


 

Cantar as janeiras

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Os meninos do Jardim de Infância de Vermoim foram cumprir a tradição de cantar as janeiras e assim alegrar um pouco os mais velhos, que os receberam com muito carinho e alegria.

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No dia 18 de outubro, um dia extremamente ventoso, mas em que a chuva esperou que a saída de campo estivesse a terminar, os alunos dos 10º B e C da Escola Secundária Ferreira de Castro, com os professores Teresa Valente, Marco Ferreira (em substituição da prof. Alexandra Esteves), Fernanda Gomes e La-Salete Ribas, deslocaram-se à região de Arouca para observar alguns dos 41 geossítios (sítios de interesse geológico) que fazem parte do seu geoparque, o qual inclui um singular e valioso Património Geológico.
 
Logo pela manhã o grupo partiu do parque de campismo do Merujal até Albergaria da Serra, debaixo de um vento poderoso que fez uma limpeza de pele facial magnífica, procurando interpretar a formação daquela paisagem e conhecer um pouco mais sobre a riqueza biológica existente. Ao longo de 1,7 km de extensão, foram observados diversos tipos de habitats terrestres (pinhal, matos, bosquetes de carvalhal) e dulçaquícolas (ribeiras e turfeiras), terminando próximo do geossítio Frecha da Mizarela. Neste percurso, quando se calcorrea a montanha, onde a areia granítica surge aos nossos pés, pode-se observar um diversificado conjunto de paisagens características das áreas graníticas, tais como o “caos de blocos”, os relevos e associadas a estas, surgem ainda as curiosas formas graníticas (blocos zoomórficos, fissuração poligonal, pias...). De Albergaria da Serra, acompanhados pelo murmúrio das águas que identifica a proximidade ao vale do rio Caima, caracteristicamente apertado na região granítica, o grupo foi até à Frecha da Mizarela. Neste local foi possível observar um fenómeno de erosão diferencial provocada pelo rio Caima que, ao passar de uma zona de granitos para outra de xistos, origina um desnível acentuado de 70m. No leito do rio atesta-se a força humana, em tempos ancestrais, para tirar partido das águas.

Em seguida, bem próximo da Frecha da Mizarela pode observar-se o contacto nítido entre os metassedimentos ante-ordovícicos e o granito da Serra da Freita, segundo uma direção aproximada NW-SE e sub-verticalizado, e onde se encontra grande abundância de cristais de estaurolite que podem atingir dimensões de vários centímetros, o que evidencia a existência de metamorfismo regional na origem das rochas que os contêm.

Momentaneamente abrigados do vento o autocarro levou o grupo até ao Miradouro do Detrelo da Malhada, um dos miradouros mais bonitos de Portugal. A infraestrutura de apoio à observação que aqui encontra assenta sobre rochas de caráter «xistento», praticamente verticalizadas, como se fossem muralhas protetoras da serra da Freita. A encosta norte da Serra da Freita é daqui bem visível com os diferentes níveis de erosão, que comprovam o movimento de deslocação dos blocos, que elevaram esta montanha. Dele é possível ver praticamente todo o Arouca Geopark e em dias de boa visibilidade até se consegue avistar o oceano Atlântico e as montanhas do Gerês. Além disso, num dia como este, foi possível ter a perceção única da força do vento que quase arranca os pés do chão de um qualquer ser humano.

O almoço decorreu no Parque de Campismo do Merujal, localizado em pleno planalto da Serra da Freita e constituiu um momento de bom convívio.
Dali partiu-se para a aldeia da Castanheira com o objetivo do observar as famosas “Pedras Parideiras”. No caminho visitou-se campo de dobras da Castanheira, nas rochas mais antigas do Arouca Geopark. Estas formaram-se há mais de 500 milhões de anos nas profundezas de um mar antigo no hemisfério sul. Há cerca de 350 milhões de anos, os continentes de então começaram a juntar-se para formarem o supercontinente Pangeia e este processo originou a Orogenia Varisca que provocou o metamorfismo dos sedimentos, originando as rochas xistentas e metagrauvacoides e o seu consequente dobramento. As rochas intensamente dobradas que aqui são uma espécie de fotografia da formação dessas montanhas antigas, semelhante à atual Cordilheira dos Andes, sendo a Serra da Freita apenas um pequeno resquício das suas raízes, já muito erodidas. Nesta região ocorrem ainda inúmeros filões de quartzo.

Mais à frente observou-se o plutonito de Castanheira (granito nodular) e os nódulos, de forma discoidal e biconvexa, que integram um “núcleo” de composição granítica (quartzo e feldspato) envolvido por camadas de biotite; estes nódulos destacam-se facilmente da rocha deixando nela o seu molde forrado pela biotite; os nódulos estão dispersos pela rocha, podendo alcançar 15 cm de comprimento e o fenómeno de separação da rocha, por ação dos agentes erosivos, é conhecido por “pedras parideiras”, a “pedra que pare pedra”.

Já com a chuva a acariciar o autocarro, avançou-se até ao icónico Radar Meteorológico de Arouca, o radar mais fotogénico de Portugal, pois, mesmo sem subir à torre, com os pés assentes no Pico do Gralheiro, já se está a mais de 1000 metros de altitude. A vista sobre o planalto da Freita é soberba mesmo com a chuva a tentar escondê-la. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) não poderia ter escolhido melhor local para instalar o terceiro radar da sua rede. O edifício, de forma curiosa, apresenta um piso panorâmico (o 10.º), onde a paisagem que se avista deixa de ser soberba e passa a ser verdadeiramente avassaladora.

A viagem de regresso à Escola, no calor do autocarro, pautou-se por muita euforia!

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