Os alunos Afonso Rocha, Renato Brandão e Vicente Santiago, do 12.º TGPSI, conquistaram o 2.º lugar na final nacional da Game Jam: Fab Games 2026, realizada no Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro, nos dias 19 e 20 de fevereiro. Num feito impressionante, alcançaram o 2.º lugar após uma maratona exaustiva de 24 horas de programação intensa para criar um jogo digital a partir do tema surpresa "Catástrofes". Este tema foi divulgado apenas na sessão de abertura e o trabalho foi apresentado posteriormente a um júri especializado em programação de jogos, educação e tecnologias. A equipa do 12.º TGPSI destacou-se pela originalidade da ideia, pela qualidade técnica do jogo desenvolvido e pela forma impressionante como respondeu ao desafio, sob enorme pressão temporal. Esta iniciativa, promovida pela ANPRI, proporcionou aos alunos uma experiência muito próxima da realidade profissional ligada ao desenvolvimento de jogos e software. Para além do domínio técnico, os alunos evidenciaram criatividade, capacidade de resolução de problemas, organização, gestão do tempo e trabalho em equipa, tornando esta participação particularmente enriquecedora para o seu percurso académico e profissional. A professora responsável, Irene Baptista, destaca o empenho, a autonomia e o espírito de entreajuda demonstrados pelos três alunos, mostrando-se orgulhosa por ver o trabalho realizado em contexto de sala de aula ser reconhecido a nível nacional. O Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro felicita os alunos e a docente pelo resultado alcançado, que prestigia o curso TGPSI e toda a comunidade educativa.
Os nossos alunos do Curso Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos na equipa de produção ( parceria com Instituto Português da Juventude - região Centro) e a aluna Mariana Loureiro ( Curso Profissional Técnico Programador de Informática) no papel de entrevistadora.
No passado dia 29 de janeiro, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos das turmas do 12º A, B, D, E e F, acompanhados de vários docentes, tiveram a oportunidade de assistir à conferência com o título ”A CAVERNA DIGITAL – Uma alegoria para o tempo das redes sociais”, dinamizada pelo Prof. Costa Gomes. Ao longo de 90 minutos, inspirado na Alegoria da Caverna, de Platão, o Professor Carlos Costa Gomes fez uma análise crítica do impacto das redes sociais e dos ambientes digitais na construção contemporânea da perceção da realidade, da verdade e da liberdade humana. Partindo da analogia entre as sombras da caverna platónica e os conteúdos mediáticos filtrados por algoritmos, que moldam crenças, comportamentos e identidades no espaço digital, estabeleceu uma relação entre a filosofia e ética da Antiguidade e os desafios atuais do mundo digital, levando-nos a refletir acerca da importância de usarmos as redes sociais de forma consciente e assente em valores morais respeitadores da dignidade da pessoa humana, da autonomia moral e da responsabilidade informacional, evitando os seus efeitos negativos a nível da nossa saúde mental. No final, a maioria dos alunos avaliou globalmente a conferência como muito interessante para o seu desenvolvimento pessoal e muito importante para a aquisição e consolidação de novas aprendizagens.
No dia vinte e um de novembro, o Agrupamento transformou-se num espaço de reflexão e diálogo, acolhendo a celebração do Dia Mundial da Filosofia. Neste dia, as atividades, organizadas pelas docentes da Secção Especializada de Filosofia, consistiram na distribuição, ao almoço, junto com os tabuleiros da cantina uma “Sopa de Letras Filosófica”, a realização de uma exposição de trabalhos elaborados pelos alunos e um “Chá Filosófico”. O “Chá Filosófico” e a exposição de trabalhos, realizados pelos alunos dos 10.º, 11.º e 12.º anos, decorreram na Biblioteca Escolar, proporcionando aos alunos a oportunidade de, a partir da célebre escultura de Auguste Rodin, “O Pensador”, explorar as principais questões filosóficas da atualidade.
O “Chá Filosófico” contou com três sessões, duas de manhã e outra de tarde, que tiveram como ponto de partida a discussão de temas como a relação entre a ética e a inteligência artificial ou a importância de assumir uma atitude crítica perante o mundo. Esta conversa foi enriquecida por momentos inspiradores, nos quais poemas foram declamados com maestria e músicas ecoaram pelas paredes da biblioteca, por alunos dos 10.º e 11.º anos. As atividades dinamizadas foram um sucesso e demonstraram o grande potencial da arte para enriquecer o ensino da filosofia. A iniciativa contribuiu para criar um ambiente mais leve e inspirador para a reflexão, despertando o interesse dos alunos para temas complexos e convidando-os a pensar de forma mais criativa e abrangente.